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Samba de gafieira

O ritmo hoje

Pode-se dizer que no meio da dança de salão de São Paulo e Rio de Janeiro o samba de gafieira é o gênero mais dançado atualmente.
A procura pelo gênero tem aumentado sensivelmente desde meados da década de 90.

Consequentemente novas gerações de dançarinos apareceram e invadiram as pistas com infinitos movimentos novos. Novos estilos foram criados, porém percebe-se que atualmente há uma tendência da mescla da modernidade com o samba de gafieira tradicional.

O ritmo na nossa escola

O samba de gafieira é o gênero mais popular na escola desde o seu primeiro dia de funcionamento. Desde 1996 Andrei e Cristiane Udiloff desenvolveram e aperfeiçoaram o método de ensino do gênero tendo como base o samba de gafieira tradicional.

Em São Paulo a escola é conhecida como especialista em samba de gafieira principalmente por sua técnica apurada e capacidade de fazer os mais variados dançarinos conseguirem aprender o estilo.

Origens e evolução do ritmo

Existem muitas opiniões diferentes entre pesquisadores sobre o origem do samba, porém a maioria concorda que as raízes vêm da mistura de influências africana e européia.Concordam, também, que a denominação genérica de batuque era dada para a dança e o ritmo com que os africanos mostravam a sua cultura.
O batuque foi o principal tronco da manifestação musical popular no Brasil e dele surgiram diversos ramos e tendências que se espalharam por todo o território nacional (tanto em áreas urbanas quanto rurais) sob diversos nomes, ganharam estilos próprios e instrumentos de sons diferentes.

É importante salientar que o batuque era uma dança de roda, não se caracterizando ainda como dança de salão.

– Origem da palavra samba => semba => umbigada (dialeto luanda)
Os primeiros registros da palavra apareceram no nordeste em um texto impresso no começo do século XIX por um padre chamado Lopes Gama.

– A primeira música
Oficialmente foi em 1917 com a gravação de Pelo Telefone da dupla Donga/Mauro de Almeida. Alguns analisam que essa música possui características fortes que lembram muito o ritmo maxixe e, que portanto, não é samba. Há outras versões que dizem existir outras gravações de samba que datam entre 1912 e 1914.

– Algumas ramificações do samba
a) samba como tipo de dança: samba de gafieira, samba no pé (samba de carnaval), samba rock, pagode …

b) samba como tipo de música: samba de breque, samba canção, samba enredo, bossa nova, partido alto, samba reggae, samba funk …

Nos séculos XVII e XVIII dois tipos de ritmos de influência estrangeira se firmam como sustentáculos da música brasileira: o lundu, de origem africana com base no batuque e a modinha de origem portuguesa.

Para alguns o lundu é o precursor do maxixe – um dos primeiros ritmos da dança de salão brasileira. Outros acham que a polca (dança de salão da Boêmia que tornou-se mania no Rio de Janeiro no século XIX) e a habanera (dança cubana) exerceram grande influência para a formação do maxixe. Nessa época, também surgia o choro, gênero de interpretação musical carioca.

O maxixe era dançado em gafieiras e cabarés e não era bem visto pela sociedade, pois não atendia à moral e aos bons costumes da época. Nesses recintos os homens de status buscavam diversão com mulheres de classes inferiores ou meretrizes. Era uma dança coreograficamente difícil de ser bem dançada, exigindo dos dançarinos um bom preparo físico. Por causa dos seus requebros, dava aos estrangeiros a impressão de sensualidade.

Na década de 30 desse século, o maxixe foi transformando-se ou cedendo lugar para um novo estilo de dança: o samba. É válido lembrar que o samba como ritmo expresso através de instrumentos musicais, surgiu antes da dança e pode ter firmado as suas características principais com a evolução da indústria fonográfica.

Nessa época o ambiente da música popular brasileira era um aglomerado de influências. O Rio de Janeiro, sendo a capital do Brasil, era a cidade que ditava a moda no país. Recebia muitos migrantes baianos, que tiveram participação importante na formação do que futuramente chamaríamos de samba de carnaval.

Nos casarões em que algumas tias baianas moravam eram dadas festas que chegavam a durar uma semana, onde comiam-se pratos típicos, tocava-se e dançava-se choro (na sala da frente) e samba (no quintal), pois este era mal visto pela polícia.

O samba de gafieira firmou-se na década de 40 no Rio de Janeiro como dança de salão, mas continua evoluindo até hoje, absorvendo influências das mais diversas danças.

Aos salões paulistanos, o samba de gafieira começou a ser introduzido na década de 90, principalmente, com a vinda do coreógrafo João Carlos Ramos e outros dançarinos cariocas. Vale acrescentar que existem diferenças de estilo entre as escolas.

Um fenômeno interessante é que apesar do samba de gafieira estar cada vez mais sendo dançado em São Paulo, o público é exclusivamente de pessoas ligadas à dança de salão, diferentemente das febres que agitaram a cidade, como o pagode e o forró, que ficaram populares entre outras tribos – adolescentes e freqüentadores de danceterias convencionais.

“Foi possivelmente na década de 80 que o samba de gafieira começou a perder a sua forma original de se dançar, pois nota-se a inclusão de diversos passos de tango a partir daí, como as sacadas batizadas de pernadas no samba”, observa o coreógrafo João Carlos Ramos.

Sabe-se, ainda, que na década de 30 a presença de argentinos – que dançam tango – era marcante nos portos do Rio de Janeiro, agora o quanto isso foi influenciar na formação do samba de gafieira, não saberíamos explicar.

Conclui-se que a dança de salão é uma manifestação popular, portanto as alterações ou transformações vão ocorrendo naturalmente nos salões de baile, conforme a região e a época.

Um professor ou uma escola não podem ter a presunção de dizer que a dança ensinada em uma escola séria está errada e que a dele é melhor ou a mais correta. Simplesmente, os estilos são diferentes.

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