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Forró

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O forró e o samba possuem raízes comuns, ou seja, ambos se originaram da mistura de influências africanas e européias.

“Na música nordestina, um toque indígena, uma pitada européia, um tempero africano; é só degustar…” já citava um dos especialistas no assunto.

O batuque – dança de roda com que os africanos mostravam a sua cultura – foi o tronco principal no que diz respeito à formação da música popular no Brasil. Dele surgiram diversas variações que se espalharam tanto em áreas urbanas quanto rurais sob vários nomes e estilos próprios conforme a região do país.

Origem da palavra

Encontramos duas possíveis origens para o nome: a mais popular, defendida por Luiz Gonzaga, diz que forró viria do inglês “for all” – para todos – que designava os bailes realizados por ingleses em Pernambuco no início do século e que eram abertos a todos. Nestes bailes tocavam todos os tipos de música e também o ritmo precursor do forró atual.

A segunda versão é dada pelo historiador e pesquisador da cultura popular Luís da Câmara Cascudo, que diz que a origem é o termo africano “forrobodó”, que significaria festa, bagunça. Em alguns povoados pequenos do país (como na Ilha Grande- RJ ou na Ilha do Mel- PR) forró significa bailão popular ou arrasta pé, onde se dança de tudo.

A primeira música

Consta como sendo “Baião”- (1946) de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, porém é possível existirem gravações anteriores.

Algumas ramificações do forró

  • Como dança e música: baião, xote, xaxado, coco, vanerão, quadrilhas juninas …
  • Como música: forró malícia (principal representante é Genival Lacerda), lambaforró, oxentemusic …

Os registros oficiais do forró

sua origem remonta ao século XIX, no nordeste do país, mas faltam informações precisas para esse início. Segundo alguns, a palavra vem de ” baiano”. O baião veio do lundu e era dançado em roda; um dos presentes intimava os outros a dançar por meio de umbigadas e toques de castanholas.

A popularização do ritmo se deu mesmo a partir da década de 40, com Luiz Gonzaga, pernambucano que veio para o Rio de Janeiro e gravou inúmeras músicas, que falavam do cotidiano nordestino. Esse tipo de baião cantado sofreu influências de outros gêneros, como o samba e a conga. Nos anos 70, Gil e Caetano com o tropicalismo e o interesse em resgatar os ritmos genuinamente brasileiros, deram nova força ao baião.

O baião apresenta diferenças regionais e de época. Existe o baião de Pernambuco, que é o tradicional, tocado com sanfona, triângulo e zabumba, cujos maiores representantes são Luiz Gonzaga e Dominguinhos. Já o baião de Fortaleza (grupo Mastruz com Leite) incorporou instrumentos mais modernos, como guitarra e bateria.

gênero de origem européia que surgiu dos salões aristocráticos da época da Regência – final do séc XIX. Conhecido originalmente com o nome schottisch, dominou no período do Segundo Reinado incorporando-se depois às funções populares urbanas, passando a ficar conhecido como chótis e finalmente xote. Saiu dos salões urbanos para incorporar-se às regiões rurais, onde muitas vezes aparece com outras denominações.

o nome provém do som que os sapatos faziam no chão ao se dançar; é uma dança do agreste e sertão pernambucano, bailada somente por homens, que remonta da década de 20. O acompanhamento era puramente vocal, melodia simples, ritmo ligeiro, e letra agressiva e satírica. Tornou-se popular pelos cangaceiros do grupo de Lampião.
dança de roda do norte e nordeste do Brasil, fusão da musicalidade negra e cabocla. Acredita-se que tenha nascido nas praias, daí a sua designação. O gênero sofreu várias alterações com o aparecimento do baião nas caatingas e agreste. Como compositor que popularizou o ritmo podemos citar Jackson do Pandeiro.

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